
quinta-feira, 30 de abril de 2009
A Praça é Nossa

terça-feira, 28 de abril de 2009
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Ui!

De imutável só meu eterno desejo de mudar sempre!
terça-feira, 21 de abril de 2009
Uroborus

Caminho no precipicio
entre o fim
e o inicio
em jardins
e delícias
e atinjo mundos
fundos
de poços
intransponiveis.
Sou translúcido
ou obscuro
opaco ou hialino
plácido ou fescenino
conforme o mote
caminho na luz
e no escuro
e me penduro
nos fios da navalha
nestes enduros
por trilhas
Ignotas.
Somos todos assim:
avis raras
dos paraísos perdidos
e proibidos desfechos:
uróboros contemporâneos
restituídos aos mitos
aos gritos primais
mordemos a própria cauda
e destilamos venenos
para nossas próprias almas.
Caminhamos em circulos
em circos plenos de vícios
e buscamos as rosas místicas
as ordens ocultas
e os segredos alquímicos
das transmutações:
Somos todos assim:
e caminhamos, impassíveis,
impossíveis
implausíveis
Rumo ao fim.
Danilo de Abreu Lima
http://atipoesia.blogspot.com/2009/03/uroborus.html
segunda-feira, 20 de abril de 2009
sábado, 18 de abril de 2009
sexta-feira, 17 de abril de 2009
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Di - versos
Já faz muito tempo, morei muito longe daqui. E um dia fui numa praia onde tinha um moinho abandonado. Portugal tem uns cenários assim, desoladores! Não tirei fotos, não tenho imagens, mas registrei a impressão que me causou. Não importa onde eu esteja, estou sempre querendo voltar. Acho que sofro de saudade crônica.
Conheci um lugar
Que era a própria solidão.
Olhar profundo,
Perdido no mar,
Imensidão.
Tanta luz,
Que cega os olhos
E aperta o coração.
E se mistura à cena fria
Que invade o eu.
Acordando a saudade
Que nunca se perdeu.
Páscoa

Onçinha pintada,
Zebrinha listrada,
Coelhinho peludo,
Vão se fuder!
Porque aqui na face da terra
Só bicho escroto
É que vai ter!
Titãs
Meu filho trouxe um dever de casa: Como se calcula o dia em que vai cair a Páscoa? Ensinei à ele: No Hemisfério Sul, cai no primeiro domingo de lua cheia após o equinócio de outono. É uma festa pagã. Lá no Hemisfério Norte, tem a ver com o equinócio de primavera, quando se pintavam ovos como um símbolo de fertilidade. "A lebre era um símbolo de renascimento e ressurreição, sendo animal sagrado para várias deusas lunares, tanto na cultura oriental como na ocidental, incluindo a deusa Ostara, cujo animal era o coelho". E aí veio a Igreja Católica e....
O quê que a professora achou? Não sei. Ela ainda não corrigiu...